segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Bioluminescência: "Luzes Vivas na Escuridão: Fatos e Casos".


O presente resumo é baseado no artigo: Luzes Vivas na Escuridão: fatos e Casos;


É fácil imaginar, mais é difícil saber exatamente de onde vem algumas luzes que enxergamos se movendo no além, na escuridão, mal sabemos que existem estudos para justificar tal fenômeno. Neste vem destacar o estudo da emissão de luz fria e visível por organismos vivos, denominada de bioluminescência, esta é produzida por reações químicas altamente exotérmicas catalisadas enzimaticamente, onde a energia química é convertida em energia luminosa. Neste processo ocorrem reações das quais as moléculas geneticamente denominadas luciferinas são oxidadas, produzindo moléculas capazes de emitir luz, essas reações são catalisadas pela enzima denominada luciferase. Esta ocorre em vários organismos não só em vagalumes, como em bactérias, fungos, algas, celenterados, moluscos, artrópodes, peixes, até em fungos. Neste tem-se uma descrição precisa das principais famílias de besouros luminosos, caracterizando-os, destacando regiões brasileiras onde os cupinzeiros luminosos do cerrado podem ser encontrados. Experiencias e pesquisas, observações, criação e descrição comportamentais de espécies luminescentes, e de qual forma ocorrem as emissões de luzes por esses organismos, destacando aplicações tecnológicas da bioluminescência e um eventual pensamento de futuras pesquisas da bioluminescência de insetos no Brasil, enfatizando os espetáculos dos cupinzeiros luminosos.


Anexos:

Imagem 1


Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br/mundo-animal/como-o-vaga-lume-emite-sua-luz/

Imagem 2

Fonte: https://www.curioso.blog.br/post/vaga-lume-emite-luz-serve/


Imagem 3

Fonte: https://viajandonomundodaciencia.blogspot.com.br/2011/07/lagarta-do-nariz-vermelho.html?m=1


Imagem 4

Fonte: http://papodeprimata.com.br/bioluminescencia/


Imagem 5

Fonte: http://fisicaebiologia.blogspot.com.br/2010/04/bioluminescencia.html?m=1. Img:<http://1.bp.blogspot.com/_Xr4R8wz3fi8/S8esq5U0LQl/AAAAAAAAArg/Cr1lkeBvao4/s1600/bioluminescence-luciferin.gif


Imagem 6

Mecanismo da reação de oxidação da luciferina de coleópteros luminescentes catalisada pela luciferase, com consumo de ATP e O2.






REFERENCIAS:

ETEELVINO J.H. Bechara; VADIM R. Viviane. “Luzes Vivas na Escuridão: Fatos e Casos”. Revista Virtual de Química vol.7 n.1, recebido em 25 de Out de 2014; aceito em 25 de Out de 2014. Jan-Fev 2015.p.3 p.40. Disponível em:<http://rvq.sbq.org.br/imagebank/pdf/v7n1a02.pdf>. Acesso em: 7 de Out de 2017.

REDAÇÃO MUNDO ESTRANHO. “ Como o vaga-lume emite sua luz? ”. Mundo Animal; Mundo Estranho; 18 de Abr de 2011. Disponível em:<https://mundoestranho.abril.com.br/mundo-animal/como-o-vaga-lume-emite-sua-luz/>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

MARI. “ Como o vagalume emite sua luz? Para que ela serve? ”. CURIOSO.BLOG.BR. 23 de Nov de 2013. Disponível em:<https://www.curioso.blog.br/post/vaga-lume-emite-luz-serve/>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

SANTANA A. Paula. “A Lagarta do nariz vermelho.”. Viajando no mundo da ciência. 15 de Jul de 2011; Revista Unesp Ciência. Disponível em:<https://viajandonomundodaciencia.blogspot.com.br/2011/07/lagarta-do-nariz-vermelho.html?m=1>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

PAPO DE PRIMATA. “ Bioluminescência ”. Zoologia; 9 de Jul de 2015. Disponível em:<http://papodeprimata.com.br/bioluminescencia/>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

FÍSICA E BIOLOGIA. “ Bioluminescência ”. Processo; 15 de Abr de 2010. Disponível em:<http://fisicaebiologia.blogspot.com.br/2010/04/bioluminescencia.html?m=1>.Img:<http://1.bp.blogspot.com/_Xr4R8wz3fi8/S8esq5U0LQl/AAAAAAAAArg/Cr1lkeBvao4/s1600/bioluminescence-luciferin.gif>. Acesso em: 10 de Out de 2017.








sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Bioluminescência: "Luzes Vivas na Escuridão: fatos e Casos".


O presente resumo é baseado no artigo: Luzes Vivas na Escuridão: fatos e Casos.

É fácil imaginar, mais mesmo assim é difícil saber exatamente de onde vem essas luzes que enxergamos se movendo no além, na escuridão, os conhecidos vagalumes, mal sabemos que existe todo um estudo para justificar o porquê de tal fenômeno. E por meio deste artigo venho compartilhar como o tal fenômeno ocorre. Neste vem destacar o estudo da emissão de luz fria e visível por organismos vivos, sendo assim denominada de bioluminescência.

Esta ocorre em vários organismos não só nos conhecidos vagalumes, como também em bactérias, fungos, algas, celenterados, moluscos, artrópodes e peixes, esse fenômeno pode ser frequentemente encontrado em ambientes marinhos, não deixando de se fazer presente também em ambientes terrestres podendo ocorrer em fungos, anelídeos, moluscos e até em insetos. Neste tem-se uma descrição precisa das principais famílias de besouros luminosos, que se classificam em três: Os vagalumes ou lampirídeos, com uma ou mais lanternas no lado ventral do abdômen, as quais emitem flashes de luz variando entre o verde e amarelado ao amarelo.

Exemplo de organismos bioluminescentes: 

Imagem 1

Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br/mundo-animal/como-o-vaga-lume-emite-sua-luz/


                     Imagem 2

                            
Fonte: https://www.curioso.blog.br/post/vaga-lume-emite-luz-serve/
                      Imagem 3

https://viajandonomundodaciencia.blogspot.com.br/2011/07/lagarta-do-nariz-vermelho.html?m=1



Todos os insetos têm metamorfose completa, definida pelas fases de ovo, larva, pupa e adulto e emitem luz ao longo de todo seu ciclo de vida. A bioluminescência é essencial nos meios de sobrevivência dessas espécies, esta atua com a função de comunicação, as espécies emitem luz para se comunicarem com indivíduos de mesma espécie, e até por exemplo através da busca por parceiros sexuais para reprodução, ou mesmo para reunir-se, e assim como qualquer uma outra espécie atuarem juntos para alcançarem um só objetivo como alimentação ou mesmo como forma de proteção; enganar e assustar predadores. 

Imagem 4


Fonte: http://papodeprimata.com.br/bioluminescencia/


A bioluminescência atualmente definida como sendo a emissão de luz fria por organismos vivos, na qual esta é produzida por reações químicas altamente exotérmicas catalisadas enzimaticamente, onde a energia química é convertida em energia luminosa. Neste processo ocorrem reações das quais as moléculas geneticamente denominadas luciferinas são oxidadas por oxigênio, produzindo moléculas capazes de emitir luz, essas reações são catalisadas pela enzima denominada luciferase.

Imagem 5




Fonte: http://fisicaebiologia.blogspot.com.br/2010/04/bioluminescencia.html?m=1. Img:<http://1.bp.blogspot.com/_Xr4R8wz3fi8/S8esq5U0LQl/AAAAAAAAArg/Cr1lkeBvao4/s1600/bioluminescence-luciferin.gif



A bioluminescência é diferente dependendo do animal, alguns irão emitir luz amarela por exemplo, já outros podem emitir cor vermelha ou azul. Já sob outra linha de raciocínio, a separação e exposição estrutural da luciferina dos organismos bioluminescentes revelam grande diversidade química, esta sugere que a bioluminescência surgiu por várias vezes de uma forma descontinua durante a evolução das espécies.

Assim, para ocorrer o fenômeno de emissão de luz por esses organismos todas as luciferinas são oxidadas produzindo geralmente um peroxido que se decompõe rapidamente em produto luminescente. Dessa forma dar-se o seu rendimento quântico de bioluminescência através de uma relação entre o número de fótons emitidos pelo número de moléculas de luciferinas consumidas.

Os estudos relevantes a esta área, etapas e rendimento da bioluminescência dos sistemas luciferinas e luciferase, tomaram bastante espaço com pesquisas, porém, não foram completamente compreendidas. Até então não se tem esclarecidas as funções biológicas da emissão luminosa, como no caso de cogumelos luminescentes, e assim a bioluminescência continua desafiando estudiosos.

Segundo Harvery foi Robert Boyle que em meados do século XVII estabeleceu a primeira relação de natureza química entre peixes, insetos e fungos luminescentes, anos depois foi confirmado que a bioluminescência é resultante de uma reação sustentada por oxigênio molecular. Por volta de 1885 veio a então descoberta da luciferina (ingrediente) e da luciferase (catalizador) por Dubois.  

Este preparou e testou experimentos de extratos frios e pré-aquecidos, daí conclui que a bioluminescência depende de uma luciferina (combustível) e uma luciferase (catalizadora), também a presença de um oxidante, o oxigênio, esta experiencia é utilizada até os dias atuais em organismos ainda em estudo. Sendo que existem alguns sistemas bioluminescentes que requerem a participação de coenzima, particularmente NADH e NADPH como em bactérias e fungos.

A luciferina foi cristalizada e estudada pela primeira vez por Bitler 1957 e só em 1961 foi sistematizada por White e Colab. Sua estrutura química foi identificada como a de um composto benzotiazólico derivado de D- (-) -cisteína, se preparado a partir de D- (+) -cisteína, a luciferina obtida é inativa. Estudos mais tarde mostraram que as lucíferas de várias espécies são idênticas independentemente da cor da luz emitida. Sendo que os mecanismos de ação da bioluminescência de besouros não são satisfatoriamente esclarecidos. 

Imagem 6

Mecanismo da reação de oxidação da luciferina de coleópteros luminescentes catalisada pela luciferase, com consumo de ATP e O2.

Fonte: http://rvq.sbq.org.br/imagebank/pdf/v7n1a02.pdf



E por fins dos anos setenta haviam perspectivas de que a cor e intensidade de luz em vagalumes eram sensíveis ao pH, força iônica, presença de cátions divalentes, temperatura, e polaridade do meio, fatores determinantes na estrutura e atividade das proteínas, portanto também das luciferases. O mecanismo de ação da luciferase assemelha-se muito às reações de formação da ligação peptídica de proteínas e da ligação de ácidos graxos a glicerol nos triacilgliceróis, catalisadas por ligases.

Em ambos casos, em luciferase e ligase o papel do ATP é ativar a carboxila na forma de um anidrido misto. Considerando suas semelhanças estrutural e funcional da luciferase e ligase, Viviane e Bechara propuseram testar injeção de luciferina de vagalume em larvas do coleóptero não luminescente, o corpo da larva em estudos emitiu sinal de luz. E assim esta descoberta permitiu também, o desenvolver de uma luciferase totalmente nova a partir de uma ligase.

Já sob outa linha de raciocínio, a emissão de luz como forma de atração pelo parceiro para reprodução, há uma diversidade de padrões de atração para interação sexual, uma delas é o fato de fêmea ser sedentária, e pousada sobre a vegetação, pisca para o macho atraindo-o, ou mesmo o macho em voo sinaliza e atrai a fêmea, os padrões de voo nupcial variam de acordo com as espécies, porém machos também competem por fêmeas de outras espécies, da mesma forma as fêmeas, selecionam machos, sendo que os machos também utilizam de técnicas de pseudo-flashes para enganar  seus rivais. Existe ainda o processo pelo qual a fêmea atrai o macho e devora-o. Os padrões de comunicação de atração, funciona como um controle neural do sinal luminoso.

A luciferase e a luciferina de vagalumes são utilizadas há cerca de cinquenta anos como reagentes bioanalíticos. E como a reação depende da presença de ATP, além de oxigênio molecular, luciferina e luciferase têm sido empregados para detectar e quantificar ATP via bioluminescência.

Considerando que esta é a molécula armazenadora de energia nas células vivas, pode ser mensurada e usada como marcadora em uma pletora de amostras biológicas, inclusive biomassa e contaminação microbiológica de alimentos, água tratada, bebidas e medicamentos, entre outros. Após a clonagem do DNA que codifica a luciferase de vagalumes, várias outras aplicações que empregam este gene, e a luciferase produzida, foram desenvolvidas. A bioluminescência pode ocorrer de forma artificial, as vezes mais eficiente que a natural.

Nota-se constantes interesse relevantes ao estudo da biologia e bases moleculares da bioluminescência de organismos terrestres e marinhos. Com as constantes descobertas dos mecanismos de bioluminescência e quimioluminescência, vários sistemas químicos e enzimáticos, cederam lugar aos lumi-imunoensaios.

Dessa forma não resta dúvida de que a diversidade química das luciferinas e a identificação do microambiente peptídico do sítio ativo das luciferases reveste-se o caminho para o desenho e síntese de sistemas miméticos mais simples para otimização dos sinais luminosos (cor e intensidade) e operação em ambientes químicos e biológicos dos mais diversos.

Depois de tantos anos de constantes buscas, pesquisas por desvendar “segredos” dos besouros luminescentes especificamente no cerrado brasileiro, ainda restam dúvidas, e inacreditável a complexibilidade de tais fenômenos, a todo momento surgem perguntas a respeitos destes; por exemplo: quantas novas espécies de bioluminescentes é existente em determinada região do País, ou mesmo quais as finalidades de uma variedade de cores existente nesse organismos... Enfim numerosas duvidas surgem a todo instante, a qual biólogos e pesquisadores vivem em constantes pesquisas, por que os organismos estão em constantes evoluções.



REFERENCIAS:

ETEELVINO J.H. Bechara; VADIM R. Viviane. “Luzes Vivas na Escuridão: Fatos e Casos”. Revista Virtual de Química vol.7 n.1, recebido em 25 de Out de 2014; aceito em 25 de Out de 2014. Jan-Fev 2015.p.3 p.40. Disponível em:<http://rvq.sbq.org.br/imagebank/pdf/v7n1a02.pdf>. Acesso em: 7 de Out de 2017.

REDAÇÃO MUNDO ESTRANHO. “ Como o vaga-lume emite sua luz? ”. Mundo Animal; Mundo Estranho; 18 de Abr de 2011. Disponível em:<https://mundoestranho.abril.com.br/mundo-animal/como-o-vaga-lume-emite-sua-luz/>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

MARI. “ Como o vagalume emite sua luz? Para que ela serve? ”. CURIOSO.BLOG.BR. 23 de Nov de 2013. Disponível em:<https://www.curioso.blog.br/post/vaga-lume-emite-luz-serve/>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

SANTANA A. Paula. “A Lagarta do nariz vermelho.”. Viajando no mundo da ciência. 15 de Jul de 2011; Revista Unesp Ciência. Disponível em:<https://viajandonomundodaciencia.blogspot.com.br/2011/07/lagarta-do-nariz-vermelho.html?m=1>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

PAPO DE PRIMATA. “ Bioluminescência ”. Zoologia; 9 de Jul de 2015. Disponível em:<http://papodeprimata.com.br/bioluminescencia/>. Acesso em: 10 de Out de 2017.

FÍSICA E BIOLOGIA. “ Bioluminescência ”. Processo; 15 de Abr de 2010. Disponível em:<http://fisicaebiologia.blogspot.com.br/2010/04/bioluminescencia.html?m=1>.Img:<http://1.bp.blogspot.com/_Xr4R8wz3fi8/S8esq5U0LQl/AAAAAAAAArg/Cr1lkeBvao4/s1600/bioluminescence-luciferin.gif>. Acesso em: 10 de Out de 2017.


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Bioação 01 Física para Ciências Biológicas

Bioação 01 Física para Ciências Biológicas



Ao realizar essa atividade como não falar de física ; e como não destacar alguns dos conceitos que estão relacionados a ela e os desempenho dessa atividade;
Nessa perspectiva destaco um breve comentário quanto a física: grandezas físicas como velocidade, aceleração, força e  citando também a energia   ...
Assim sendo, grandezas físicas são aquelas grandezas que podem ser medidas, ou seja, que descrevem qualitativamente e quantitativamente as relações entre as propriedades observadas no estudo dos fenômenos físicos. Estas podem ser vetoriais ou escalares. Grandeza escalar é aquela que precisa somente de um valor numérico e uma unidade para determinar uma grandeza física, um exemplo é a nossa massa corporal. Grandezas como massa, comprimento e tempo são exemplos de grandeza escalar. Já as grandezas vetoriais necessitam, para sua perfeita caracterização, de uma representação mais precisa. Assim sendo, elas necessitam, além do valor numérico, que mostra a intensidade, de uma representação espacial que determine a direção e o sentido. Aceleração, velocidade e força são exemplos de grandezas vetoriais.

Velocidade
A velocidade de um corpo é dada pela relação entre o deslocamento de um corpo em determinado tempo. Pode ser considerada a grandeza que mede o quão rápido um corpo se desloca. E indica o quão rápido um objeto se desloca em um intervalo de tempo médio e é dada pela seguinte razão:

A Aceleração Média de um corpo é uma grandeza que reflecte a variação de velocidade do corpo por intervalo de tempo e pode ser calculada através da expressão:

Quando falamos em movimento vertical, introduzimos um conceito de aceleração da gravidade, que sempre atua no sentido a aproximar os corpos em relação à superficie.
Relacionando com a 2ª Lei de Newton, se um corpo de massa m, sofre a aceleração da gravidade, quando aplicada a ele o principio fundamental da dinâmica

Energia: Energia cinética é a forma de energia que os corpos em movimento possuem. Ela é proporcional à massa e à velocidade da partícula que se move.

Sob  mesma perspectiva posso aqui destacar o que ocorreu durante a prática dessa atividade : ocorreu uma variação na respiração, minha respiração auterou o modo senti como se fosse uma" falta de ar " porém isso não ocorrer sim que a nossa respiração precisa se adequar ao modo ao movimento em que estamos fazendo..
. Durante a prática desse exercício também pude perceber a variação dá temperatura corporal, ao estarmos em nosso dia a dia nem percebemos a nossa têmperatura porém ao realizar um exercício como correr agente sente um variação de temperatura corporal...
Dessa forma também posso destacar a velocidade média durante a realização dessa atividade :
Corrida:

Vm: Sf-Si /Tf-Ti -> 50m -0/12s-0= 50m/12s= 4.16666667m/s

Caminhada: Vm=50m/ 26s Vm= 1.92307692m/s


Bioação01 Física para Ciência Biológicas

Ao realizar essa atividade como na falar de física ; e como não destacar alguns dos conceitos que estão relacionados a ela e os desempenho dessa atividade;
Nessa perspectiva destaco um breve comentário quanto a física: grandezas físicas como velocidade, aceleração, força e  citando também a energia   ...
Assim sendo, grandezas físicas são aquelas grandezas que podem ser medidas, ou seja, que descrevem qualitativamente e quantitativamente as relações entre as propriedades observadas no estudo dos fenômenos físicos. Estas podem ser vetoriais ou escalares. Grandeza escalar é aquela que precisa somente de um valor numérico e uma unidade para determinar uma grandeza física, um exemplo é a nossa massa corporal. Grandezas como massa, comprimento e tempo são exemplos de grandeza escalar. Já as grandezas vetoriais necessitam, para sua perfeita caracterização, de uma representação mais precisa. Assim sendo, elas necessitam, além do valor numérico, que mostra a intensidade, de uma representação espacial que determine a direção e o sentido. Aceleração, velocidade e força são exemplos de grandezas vetoriais.

Velocidade
A velocidade de um corpo é dada pela relação entre o deslocamento de um corpo em determinado tempo. Pode ser considerada a grandeza que mede o quão rápido um corpo se desloca. E indica o quão rápido um objeto se desloca em um intervalo de tempo médio e é dada pela seguinte razão:

A Aceleração Média de um corpo é uma grandeza que reflecte a variação de velocidade do corpo por intervalo de tempo e pode ser calculada através da expressão:

Quando falamos em movimento vertical, introduzimos um conceito de aceleração da gravidade, que sempre atua no sentido a aproximar os corpos em relação à superficie.
Relacionando com a 2ª Lei de Newton, se um corpo de massa m, sofre a aceleração da gravidade, quando aplicada a ele o principio fundamental da dinâmica

Energia: Energia cinética é a forma de energia que os corpos em movimento possuem. Ela é proporcional à massa e à velocidade da partícula que se move.

Sob  mesma perspectiva posso aqui destacar o que ocorreu durante a prática dessa atividade : ocorreu uma variação na respiração, minha respiração auterou o modo senti como se fosse uma" falta de ar " porém isso não ocorrer sim que a nossa respiração precisa se adequar ao modo ao movimento em que estamos fazendo..
. Durante a prática desse exercício também pude perceber a variação dá temperatura corporal, ao estarmos em nosso dia a dia nem percebemos a nossa têmperatura porém ao realizar um exercício como correr agente sente um variação de temperatura corporal...
Dessa forma também posso destacar a velocidade média durante a realização dessa atividade :
Corrida:

Vm: Sf-Si /Tf-Ti -> 50m -0/12s-0= 50m/12s= 4.16666667m/s

Caminhada:

Vm=50m/ 26s Vm= 1.92307692m/s


Bioação 01 Física para Ciência Biológicas


Ao realizar essa atividade como na falar de física ; e como não destacar alguns dos conceitos que estão relacionados a ela e os desempenho dessa atividade;
Nessa perspectiva destaco um breve comentário quanto a física: grandezas físicas como velocidade, aceleração, força e  citando também a energia   ...
Assim sendo, grandezas físicas são aquelas grandezas que podem ser medidas, ou seja, que descrevem qualitativamente e quantitativamente as relações entre as propriedades observadas no estudo dos fenômenos físicos. Estas podem ser vetoriais ou escalares. Grandeza escalar é aquela que precisa somente de um valor numérico e uma unidade para determinar uma grandeza física, um exemplo é a nossa massa corporal. Grandezas como massa, comprimento e tempo são exemplos de grandeza escalar. Já as grandezas vetoriais necessitam, para sua perfeita caracterização, de uma representação mais precisa. Assim sendo, elas necessitam, além do valor numérico, que mostra a intensidade, de uma representação espacial que determine a direção e o sentido. Aceleração, velocidade e força são exemplos de grandezas vetoriais.

Velocidade
A velocidade de um corpo é dada pela relação entre o deslocamento de um corpo em determinado tempo. Pode ser considerada a grandeza que mede o quão rápido um corpo se desloca. E indica o quão rápido um objeto se desloca em um intervalo de tempo médio e é dada pela seguinte razão:

A Aceleração Média de um corpo é uma grandeza que reflecte a variação de velocidade do corpo por intervalo de tempo e pode ser calculada através da expressão:

Quando falamos em movimento vertical, introduzimos um conceito de aceleração da gravidade, que sempre atua no sentido a aproximar os corpos em relação à superficie.
Relacionando com a 2ª Lei de Newton, se um corpo de massa m, sofre a aceleração da gravidade, quando aplicada a ele o principio fundamental da dinâmica

Energia: Energia cinética é a forma de energia que os corpos em movimento possuem. Ela é proporcional à massa e à velocidade da partícula que se move.

Sob  mesma perspectiva posso aqui destacar o que ocorreu durante a prática dessa atividade : ocorreu uma variação na respiração, minha respiração auterou o modo senti como se fosse uma" falta de ar " porém isso não ocorrer sim que a nossa respiração precisa se adequar ao modo ao movimento em que estamos fazendo..
. Durante a prática desse exercício também pude perceber a variação dá temperatura corporal, ao estarmos em nosso dia a dia nem percebemos a nossa têmperatura porém ao realizar um exercício como correr agente sente um variação de temperatura corporal...
Dessa forma também posso destacar a velocidade média durante a realização dessa atividade :
Corrida:
Vm: Sf-Si /Tf-Ti -> 50m -0/12s-0= 50m/12s= 4.16666667m/s
Caminhada:Vm=50m/ 26s Vm= 1.92307692m/s


quarta-feira, 15 de março de 2017

Método para estudiar la célula

 
                 https://youtu.be/XIOOpFiNm6U

Eletroforese


                    https://youtu.be/vL3EfRx78P0

Eletroforese

Eletroforese:

A eletroforese é uma técnica de separação de partículas de acordo com sua carga elétrica e peso molecular. Permite a separação de frações de moléculas orgânicas como RNA, DNA, proteínas e enzimas, pela migração destas em um gel durante a aplicação de um potencial elétrico.

O princípio da eletroforese utilizada para separação de DNA, por exemplo, baseia-se na carga total negativa do DNA (dada pelos oxigênios do grupamento fosfato). Assim, fragmentos de DNA obtidos da técnica de PCR, podem ser separados pela aplicação de uma voltagem. Ao final do processo, as cadeias de DNA estarão próximas ao polo positivo.

Moléculas de menor peso molecular terão mais facilidade de migrar pelo gel do que as de maior peso molecular, e percorrerão uma distância maior ficando mais próximas do pólo positivo.

Na técnica, utiliza-se um cuba com dois compartimentos separados. Os eletrodos determinam os pólos positivo e negativo em cada compartimento. Neles, coloca-se uma solução salina que conduz eletricidade. Entre os compartimentos, ajusta-se o gel que deve ficar submerso.
As amostras (de DNA, por exemplo) são colocadas com pipetas em pequenos poços no gel, que são feitos com um pente durante a sua preparação. Antes, porém, elas são misturadas a um corante, chamado gel loading buffer. Esse corante é uma solução composta de azul de bromofenol (e/ou xileno cianol) e glicerol e é utilizado para aumentar a densidade das amostras, impedindo que elas saiam dos poços, além de dar a coloração que serve como indicador do progresso eletroforético. Para a migração, aplica-se voltagem e corrente elétrica ao sistema.

A distância que o fragmento percorreu a partir do ponto de aplicação, é comparada com a distância que outros fragmentos de tamanhos conhecidos percorreram no mesmo gel. Esses fragmentos são os ladders (marcadores de peso molecular), misturas de segmentos de DNA de tamanhos variáveis e equidistantes entre si, e que são aplicados em um poço no gel no início do processo.
Tanto na eletroforese com gel de acrilamida como na com gel de agarose, a separação das moléculas terá sua eficácia determinada tanto pela concentração do polímero como pela intensidade da voltagem e amperagem aplicadas.

1 - Gel;
2 - Aplicação do marcador;
3 - Aplicação das amostras;
4 - Indução de corrente elétrica;
5 - Deslocamento e separação dos fragmentos;
6-Eletroforese realizada.                            

Eletroforese em gel de agarose

É empregada rotineiramente para separação de ácidos nucléicos. A agarose é um polímero de elevado custo extraído de algas marinhas. Forma uma rede que “segura” as moléculas durante a migração.

Dependendo da concentração de agarose, tem-se uma diferença no gradiente de separação. Quanto maior a concentração, maior a capacidade de distinguir fragmentos, ou seja, maior a definição. Os géis de agarose são, geralmente, corados com soluções de brometo de etídio (EtBr), uma substância intercalante que revela os ácidos nucléicos ao fluorescer sob luz ultravioleta.

Eletroforese em gel de poliacrilamida
A poliacrilamida é uma mistura de dois polímeros: acrilamida e bisacrilamida. A acrilamida é uma molécula linear, enquanto que a bisacrilamida é em forma de "T". Misturando essas duas moléculas, tem-se a formação de uma "rede".

Diferentes relações entre as concentrações dessa moléculas permitem a criação de diferentes gradientes de separação. Para preparar um gel de poliacrilamida, deve-se misturar as duas substâncias formadoras nas concentrações desejadas, colocá-las em um suporte de vidro, e adicionar Temed e S208, que atuam como catalizadores da polimerização. A identificação dos produtos pode ser feita pelo brometo de etídio, mas o nitrato de prata é mais utilizado.

http://www.biomedicinabrasil.com/2010/10/eletroforese.html?m=1

Fracionamento

O fracionamento celular é utilizado para isolar os diferentes componentes celulares e consiste na homogeneização ou destruição das células por meio de diferentes procedimentos mecânicos ou químicos. Estes procedimentos rompem as membranas plasmáticas e separam as frações subcelulares através, da centrifugação, de acordo com sua massa, superfície e peso específicos.

Diversos métodos de centrifugação de homogeneizados são utilizados e a maioria está em solução, geralmente de sacarose, de diferentes concentrações. São utilizadas soluções de açucares devido seu potencial de ajustar-se corretamente e manter a integridade das organelas liberadas da célula.

O objetivo principal do fracionamento subcelular é que ocorra a ruptura da Membrana

Plasmática e que não ocorra à destruição das organelas celulares. Os principais métodos para que isso ocorra são a sonicação, trituração com homogeneizadores mecânicos ou tratamento com maceradores de alta velocidade. Algumas organelas celulares possuem a característica de permanecerem intactas e outras à de se fragmentarem após estes processos.

O objetivo é estudar as formas de isolamento e purificação de organelas celulares e as suas características bioquímicas. Bem como saber qual o método mais indicado para o fracionamento da célula a ser estudada e das organelas, para obter os resultados desejados. Conhecer também as etapas necessárias para o fracionamento nos fornecer os componentes desejados e em condições de uso para o seu estudo.

 FRACIONAMENTO SUBCELULAR

O fracionamento subcelular é muito importante para o estudo da química celular, sendo a técnica utilizada para a separação e purificação dos componentes celulares e subcelulares. Os métodos de fracionamento celular realizam a destruição dos limites da célula por diferentes métodos mecânicos ou químicos através da centrifugação de homogeneizados.

A separação das frações subcelulares ocorre de acordo com a massa, superfície e densidade da organela celular. Devido a estas características é possível realizar a análise de diversas frações subcelulares por meio de métodos bioquímicos e microquímicos. Em geral são empregadas soluções de sacarose ou outros açucares. Isto porque as concentrações de açucares podem ser corretamente ajustadas para manter a integridade das organelas liberadas da célula.

O primeiro passo para a purificação de uma célula é o rompimento da Membrana

Plasmática sob condições em que não ocorra a destruição dos componentes internos da célula. Os quatro procedimentos mais utilizados são a Sonicação, uso de Homogeneizador a Alta Pressão, o uso de Maceradores de Alta Velocidade (Moinho de bolas) e o uso de Detergentes.

A Sonicação é exposição da célula a vibrações da ordem de 20kHz convertidos em um meio líquido, causando o fenômeno da cavitação. Essas vibrações geram focos de baixa pressão no líquido suficientes para a formação de bolhas muito pequenas. A medida que se prolonga o tempo das vibrações essas bolhas entram em colapso, gerando uma onda de choques que circulam pelo meio líquido e resultam em impacto e aumento da tensão de cisalhamento, o que causa o rompimento celular. O aparelho utilizado chama-se “sonicador” e transmite a energia ultra-sônica por uma sonda

Homogeneizadores a Alta Pressão tem como princípio de funcionamento o forçamento da passagem da suspensão celular por um orifício estreito seguida de colisão contra uma superfície rígida e imóvel em uma câmara à pressão atmosférica, ou colisão contra um segundo fluxo sob pressão elevada. A redução instantânea da pressão associada ao impacto provoca o rompimento celular sem danificar biomoléculas. Esse rompimento provoca aumento da temperatura do meio, e, por causa disso, o equipamento deve ter um eficiente sistema de refrigeração, principalmente nos casos em que a molécula-alvo é termossensível.

No tratamento com Maceradores de Alta Velocidade as células são esmagadas entre as paredes de um frasco de vidro e um bastão que gira dentro dele. As condições de rompimento nesse equipamento são facilmente controláveis e a eficiência do processo depende da geometria da câmara de rompimento, da velocidade e do tipo de agitador, do tamanho das esferas, da carga das esferas e da concentração celular, da velocidade de alimentação e da temperatura.

Abertura dos orifícios da Membrana Plasmática pode também ser feita através do uso de Detergentes Suaves. Como exemplo de agentes tensoativos há os sais biliares, o lauril sulfato de sódio, o SDS (dodecil sulfato de sódio) e o Triton. A eficiência do rompimento depende do pH e da temperatura e pode ser aumentada por um pré-tratamento à base de solventes orgânicos, como a acetona, que iniciam a estimular a autólise.

Ainda há o rompimento celular através de solventes e lize enzimática, que são processos utilizados para hidrolisar paredes de células microbianas.

Quando aplicada com cuidado, a homogeneização deixa intacta a maioria das organelas celulares. Esses procedimentos quebram a Membrana Plasmática em pequenos fragmentos, no entanto, o núcleo, os lisossomos, os peroxissomos, as mitocôndrias e cloroplastos permanecem intactos.

O fracionamento celular é utilizado para isolar os diferentes componentes celulares e consiste na homogeneização ou destruição das células por meio de diferentes procedimentos mecânicos ou químicos. Estes procedimentos rompem as membranas plasmáticas e separam as frações subcelulares através, da centrifugação, de acordo com sua massa, superfície e peso específicos.

Diversos métodos de centrifugação de homogeneizados são utilizados e a maioria está em solução, geralmente de sacarose, de diferentes concentrações. São utilizadas soluções de açucares devido seu potencial de ajustar-se corretamente e manter a integridade das organelas liberadas da célula.

O objetivo principal do fracionamento subcelular é que ocorra a ruptura da Membrana

Plasmática e que não ocorra à destruição das organelas celulares. Os principais métodos para que isso ocorra são a sonicação, trituração com homogeneizadores mecânicos ou tratamento com maceradores de alta velocidade. Algumas organelas celulares possuem a característica de permanecerem intactas e outras à de se fragmentarem após estes processos.

O objetivo é estudar as formas de isolamento e purificação de organelas celulares e as suas características bioquímicas. Bem como saber qual o método mais indicado para o fracionamento da célula a ser estudada e das organelas, para obter os resultados desejados. Conhecer também as etapas necessárias para o fracionamento nos fornecer os componentes desejados e em condições de uso para o seu estudo.

 FRACIONAMENTO SUBCELULAR

O fracionamento subcelular é muito importante para o estudo da química celular, sendo a técnica utilizada para a separação e purificação dos componentes celulares e subcelulares. Os métodos de fracionamento celular realizam a destruição dos limites da célula por diferentes métodos mecânicos ou químicos através da centrifugação de homogeneizados.

A separação das frações subcelulares ocorre de acordo com a massa, superfície e densidade da organela celular. Devido a estas características é possível realizar a análise de diversas frações subcelulares por meio de métodos bioquímicos e microquímicos. Em geral são empregadas soluções de sacarose ou outros açucares. Isto porque as concentrações de açucares podem ser corretamente ajustadas para manter a integridade das organelas liberadas da célula.

O primeiro passo para a purificação de uma célula é o rompimento da Membrana

Plasmática sob condições em que não ocorra a destruição dos componentes internos da célula. Os quatro procedimentos mais utilizados são a Sonicação, uso de Homogeneizador a Alta Pressão, o uso de Maceradores de Alta Velocidade (Moinho de bolas) e o uso de Detergentes.

A Sonicação é exposição da célula a vibrações da ordem de 20kHz convertidos em um meio líquido, causando o fenômeno da cavitação. Essas vibrações geram focos de baixa pressão no líquido suficientes para a formação de bolhas muito pequenas. A medida que se prolonga o tempo das vibrações essas bolhas entram em colapso, gerando uma onda de choques que circulam pelo meio líquido e resultam em impacto e aumento da tensão de cisalhamento, o que causa o rompimento celular. O aparelho utilizado chama-se “sonicador” e transmite a energia ultra-sônica por uma sonda

Homogeneizadores a Alta Pressão tem como princípio de funcionamento o forçamento da passagem da suspensão celular por um orifício estreito seguida de colisão contra uma superfície rígida e imóvel em uma câmara à pressão atmosférica, ou colisão contra um segundo fluxo sob pressão elevada. A redução instantânea da pressão associada ao impacto provoca o rompimento celular sem danificar biomoléculas. Esse rompimento provoca aumento da temperatura do meio, e, por causa disso, o equipamento deve ter um eficiente sistema de refrigeração, principalmente nos casos em que a molécula-alvo é termossensível.

No tratamento com Maceradores de Alta Velocidade as células são esmagadas entre as paredes de um frasco de vidro e um bastão que gira dentro dele. As condições de rompimento nesse equipamento são facilmente controláveis e a eficiência do processo depende da geometria da câmara de rompimento, da velocidade e do tipo de agitador, do tamanho das esferas, da carga das esferas e da concentração celular, da velocidade de alimentação e da temperatura.

Abertura dos orifícios da Membrana Plasmática pode também ser feita através do uso de Detergentes Suaves. Como exemplo de agentes tensoativos há os sais biliares, o lauril sulfato de sódio, o SDS (dodecil sulfato de sódio) e o Triton. A eficiência do rompimento depende do pH e da temperatura e pode ser aumentada por um pré-tratamento à base de solventes orgânicos, como a acetona, que iniciam a estimular a autólise.

Ainda há o rompimento celular através de solventes e lize enzimática, que são processos utilizados para hidrolisar paredes de células microbianas.

Quando aplicada com cuidado, a homogeneização deixa intacta a maioria das organelas celulares. Esses procedimentos quebram a Membrana Plasmática em pequenos fragmentos, no entanto, o núcleo, os lisossomos, os peroxissomos, as mitocôndrias e cloroplastos permanecem intactos.
O fracionamento celular é utilizado para isolar os diferentes componentes celulares e consiste na homogeneização ou destruição das células por meio de diferentes procedimentos mecânicos ou químicos. Estes procedimentos rompem as membranas plasmáticas e separam as frações subcelulares através, da centrifugação, de acordo com sua massa, superfície e peso específicos.

Diversos métodos de centrifugação de homogeneizados são utilizados e a maioria está em solução, geralmente de sacarose, de diferentes concentrações. São utilizadas soluções de açucares devido seu potencial de ajustar-se corretamente e manter a integridade das organelas liberadas da célula.

O objetivo principal do fracionamento subcelular é que ocorra a ruptura da Membrana

Plasmática e que não ocorra à destruição das organelas celulares. Os principais métodos para que isso ocorra são a sonicação, trituração com homogeneizadores mecânicos ou tratamento com maceradores de alta velocidade. Algumas organelas celulares possuem a característica de permanecerem intactas e outras à de se fragmentarem após estes processos.

O objetivo é estudar as formas de isolamento e purificação de organelas celulares e as suas características bioquímicas. Bem como saber qual o método mais indicado para o fracionamento da célula a ser estudada e das organelas, para obter os resultados desejados. Conhecer também as etapas necessárias para o fracionamento nos fornecer os componentes desejados e em condições de uso para o seu estudo.

 FRACIONAMENTO SUBCELULAR

O fracionamento subcelular é muito importante para o estudo da química celular, sendo a técnica utilizada para a separação e purificação dos componentes celulares e subcelulares. Os métodos de fracionamento celular realizam a destruição dos limites da célula por diferentes métodos mecânicos ou químicos através da centrifugação de homogeneizados.

A separação das frações subcelulares ocorre de acordo com a massa, superfície e densidade da organela celular. Devido a estas características é possível realizar a análise de diversas frações subcelulares por meio de métodos bioquímicos e microquímicos. Em geral são empregadas soluções de sacarose ou outros açucares. Isto porque as concentrações de açucares podem ser corretamente ajustadas para manter a integridade das organelas liberadas da célula.

O primeiro passo para a purificação de uma célula é o rompimento da Membrana

Plasmática sob condições em que não ocorra a destruição dos componentes internos da célula. Os quatro procedimentos mais utilizados são a Sonicação, uso de Homogeneizador a Alta Pressão, o uso de Maceradores de Alta Velocidade (Moinho de bolas) e o uso de Detergentes.

A Sonicação é exposição da célula a vibrações da ordem de 20kHz convertidos em um meio líquido, causando o fenômeno da cavitação. Essas vibrações geram focos de baixa pressão no líquido suficientes para a formação de bolhas muito pequenas. A medida que se prolonga o tempo das vibrações essas bolhas entram em colapso, gerando uma onda de choques que circulam pelo meio líquido e resultam em impacto e aumento da tensão de cisalhamento, o que causa o rompimento celular. O aparelho utilizado chama-se “sonicador” e transmite a energia ultra-sônica por uma sonda

Homogeneizadores a Alta Pressão tem como princípio de funcionamento o forçamento da passagem da suspensão celular por um orifício estreito seguida de colisão contra uma superfície rígida e imóvel em uma câmara à pressão atmosférica, ou colisão contra um segundo fluxo sob pressão elevada. A redução instantânea da pressão associada ao impacto provoca o rompimento celular sem danificar biomoléculas. Esse rompimento provoca aumento da temperatura do meio, e, por causa disso, o equipamento deve ter um eficiente sistema de refrigeração, principalmente nos casos em que a molécula-alvo é termossensível.

No tratamento com Maceradores de Alta Velocidade as células são esmagadas entre as paredes de um frasco de vidro e um bastão que gira dentro dele. As condições de rompimento nesse equipamento são facilmente controláveis e a eficiência do processo depende da geometria da câmara de rompimento, da velocidade e do tipo de agitador, do tamanho das esferas, da carga das esferas e da concentração celular, da velocidade de alimentação e da temperatura.

Abertura dos orifícios da Membrana Plasmática pode também ser feita através do uso de Detergentes Suaves. Como exemplo de agentes tensoativos há os sais biliares, o lauril sulfato de sódio, o SDS (dodecil sulfato de sódio) e o Triton. A eficiência do rompimento depende do pH e da temperatura e pode ser aumentada por um pré-tratamento à base de solventes orgânicos, como a acetona, que iniciam a estimular a autólise.

Ainda há o rompimento celular através de solventes e lize enzimática, que são processos utilizados para hidrolisar paredes de células microbianas.

Quando aplicada com cuidado, a homogeneização deixa intacta a maioria das organelas celulares. Esses procedimentos quebram a Membrana Plasmática em pequenos fragmentos, no entanto, o núcleo, os lisossomos, os peroxissomos, as mitocôndrias e cloroplastos permanecem intactos.

Quando aplicada com cuidado, a homogeneização deixa intacta a maioria das organelas celulares. Esses procedimentos quebram a Membrana Plasmática em pequenos fragmentos, no entanto, o núcleo, os lisossomos, os peroxissomos, as mitocôndrias e cloroplastos permanecem intactos.






FIGURA 1 - Rompimento de células e tecidos. 3.1. ISOLAMENTO SUBCELULAR

A Centrifugação Diferencial é o método mais utilizado para o isolamento das organelas celulares. Nesse processo ocorre a separação do material celular solúvel do material insolúvel por diferença de massa, densidade e nas diferenças de velocidade com que as estruturas se sedimentam no tubo de centrifugação. As partículas mais densas são coletadas no fundo do tubo como um pellet, e as menos densas permanecem no líquido sobrenadante, que pode ser transferido para outro tubo. Este método foi desenvolvido por Albert Claude, Christian de Duve e seus colegas nas décadas de 40 e 50.

As células isoladas são fracionadas e, então, o homogenato é colocado em tubos e seus componentes passam por uma série de centrifugações em uma ultracentrifuga. Esses tubos são submetidos a uma rotação de alta velocidade, acima de 100.0 rpm, o que gera uma enorme força que leva os componentes celulares a moverem-se em direção ao fundo do tubo da centrífuga e formarem um sedimento.




FIGURA 2 – Ultracentrifugação.

O homogenato celular é centrifugado, inicialmente, a baixa velocidade, o que gera uma pequena força e isso leva as estruturas celulares como o núcleo e as células não-lisadas, que são relativamente grandes e densas, a sedimentarem mais rápido. Os outros componentes da célula permanecem em uma solução remanescente, denominada sobrenadante, que é então centrifugado a alta velocidade para sedimentar as mitocôndrias, os cloroplastos, os lisossomos e os peroxissomos.

Após ocorre a recentrifugação do sobrenadante que ocorre com velocidades ainda mais altas. Esta recentrifugação sedimenta os fragmentos da membrana citoplasmática e do retículo endoplasmático.

Para a sedimentação dos ribossomos ocorrer é necessário que ocorra uma centrifugação com velocidades ainda maiores que a utilizada para a recentrifugação. Isso gera a porção solúvel do citoplasma no sobrenadante, chamada de Citosol.




FIGURA 3 - Esquema mostrando as diferentes etapas da centrifugação fracionada. Uma amostra de fígado é homogeneizada e em seguida submetida a uma série de centrifugações de força crescente (lado esquerdo da figura). Do lado direito estão ilustradas as diferentes subfrações que aparecem ao microscópio eletrônico.

As frações obtidas pela centrifugação diferencial correspondem a preparações enriquecidas, mas ainda não puras, de organelas. Repetidas centrifugações em velocidades progressivamente maiores podem fracionar um homogenato celular em seus vários componentes.



FIGURA 4 - Centrifugação Diferencial.

Na centrifugação em gradiente de densidade o grau de purificação obtido é maior. Neste tipo de centrifugação as organelas são separadas por sedimentação através de uma substância mais densa. Gradientes de densidade são utilizados para aumentar as diferenças de taxas sedimentação de diferentes estruturas.




FIGURA 5 - Separação de organelas por centrifugação por equilíbrio de densidade.

Na centrifugação por velocidade, as partículas de diferentes tamanhos sedimentam através do gradiente em taxas de velocidades diferentes, quando colocados em uma solução salina diluída. Para impedir que os componentes se misturem e para estabilizá-los, durante a sedimentação, a solução contém um gradiente de sacarose. Quando os componentes sedimentam, devido à sacarose, separam-se em diferentes bandas que podem ser recolhidas individualmente, por punção do tubo plástico da centrífuga e coletando-se as gotas que se formam no fundo do tubo.



FIGURA 6 - Velocidade de Sedimentação.

A centrifugação de equilíbrio é usada para separar componentes subcelulares com base nas suas densidades de flutuação, independente de seu tamanho ou forma. A amostra é misturada com um gradiente contendo alta concentração de sacarose ou de cloreto de Césio. Cada componente subcelular move-se, por centrifugação, até que sua densidade se iguale à do meio, então atingirá sua posição de equilíbrio. Método utilizado para separar macromoléculas marcadas com diferentes isótopos.




FIGURA 7 - Amostras centrifugadas para atingirem a posição de equilíbrio, onde a sua densidade se iguala à densidade da solução de sacarose (a) e a de cloreto de césio (b).

ISOLAMENTO DE MEMBRANA PLASMÁTICA

O isolamento de membranas implica em problemas técnicos e delicados, que são resolvidos usando células livres, desprovidas de núcleo e de orgânulos citoplasmáticos, os glóbulos vermelhos dos mamíferos ou hemácias.

ISOLAMENTO DE MEMBRANAS PLASMÁTICAS DE HEMÁCIAS

Após lavar as hemácias em uma solução salina isotônica, torna-se o meio hipotônico adicionando-se água destilada. As membranas intumescem, arrebentam e perdem seu hialoplasma. Então, por centrifugação obtém-se um depósito de membranas plasmáticas, também chamadas de “fantasmas de hemácias”.

ISOLAMENTO DE MEMBRANAS PLASMÁTICAS DE AMEBAS

Em amebas é utilizado um meio hipertônico para isolar as membranas plasmáticas.

Mas na prática as amebas são colocadas numa solução aquosa de glicerol a 50%, durante uma semana. Sob a ação do meio hipertônico, o hialoplasma se desloca da membrana plasmática e retrai-se ao redor do núcleo arrastando os orgânulos citoplasmáticos. Então as membranas plasmáticas são fragmentadas por trituração e após são centrifugadas, a pequenas velocidades, onde os corpos celulares ficam reunidos e se depositam, deixando os fragmentos de membranas plasmáticas sobrenadante.

ISOLAMENTO DE MEMBRANAS PLASMÁTICAS DE CÉLULAS HEPÁTICAS

Este isolamento é realizado através de homogenados de fígado obtidos por trituração. Os vários orgânulos são, em seguida, separados pelo método de ultracentrifugação diferencial.

ISOLAMENTO E EXTRAÇÃO DE DETERMINADOS CONSTITUINTES HIALOPLASMÁTICOS

A ultracentrifugação diferencial é utilizada para isolar os diferentes orgânulos citoplasmáticos, deixando no sobrenadante a parte solúvel do hialoplasma em estado diluído. Os constituintes insolúveis como filamentos e grânulos sedimentam junto com os orgânulos durante a centrifugação.

 ISOLAMENTO DE ORGÂNELAS CELULARES

ISOLAMENTO DE FRAÇÕES E SUBFRAÇÕES DE RIBOSSOMOS

A técnica utilizada para o isolamento de ribossomos livres no hialoplasma (bactérias, lêvedos, glóbulos vermelhos jovens ou reticulócitos) é diferente da utilizada em ribossomos presos às membranas do retículo (ergastoplasma das células exócrinas do pâncreas ou hepatócitos).

As células com ribossomos livres são trituradas mecanicamente numa solução de sacarose 0,88M, contendo cloreto de magnésio 0,01M. Em seguida o homogeneizado é submetido a uma centrifugação fracionada para eliminar os núcleos, as mitocôndrias e os resíduos celulares que se depositam conjuntamente. Após o sobrenadante é centrifugado durante uma hora, onde os ribossomos que se encontravam em suspensão se sedimentam, constituindo a fração de ribossomos das células.

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfhNwAH/fracionamento-subcelular